| 2 mundos
- telmarodrigues
- 18 de dez. de 2019
- 1 min de leitura
Atualizado: 20 de dez. de 2019

Habituados a ver o nosso umbigo
O mundo esquece-se do mal em forma penal (futura).
Vivemos na divisão de dois mundos
A linha separa o contemporâneo na sua essência.
De um lado temos o dito ato da inocência
Praticado com olhares só de olho
Nesta hora monótona.
Sem ver o alinhar no horizonte
Desfocamos algo fundamental,
A sustentabilidade, gratitude e perseverança,
Do gigante que nos colhe.
O mundo não é justo
Sem pés assentes na terra
Deslizamos passo a passo,
E algo se derruba em nós.
A escolha é de cada um,
Mas é principalmente nossa, agora.
O ato de colher
É um paralelismo ao ato de semear
Se não praticares o bem
O bem não vem a ti.
Hoje somos nós,
Rodeados de um mar de multidão
Consciente da gravidade da situação.
Amanhã serão outros
Rodeados de muralhas ardentes,
Incapazes de mudar o que outrora foi mal feito.
Com paixão,
Telma.




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