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| Volta e meia

  • telmarodrigues
  • 21 de nov. de 2019
  • 1 min de leitura

Atualizado: 19 de dez. de 2019


Guardei tudo o que sei

Sem hoje saber

Perdi a mágoa

Vivi o sol, a terra e o mar.


Sigo as palavras 

Sigo a brisa que corre 

E não pára.


Entoo melodias em pequenos sopros de papel

Espalho o que para mim é sinfonia

Num silêncio meu,

Num silêncio que não escondo.


Às vezes vivo

Às vezes é pouco

Como uma luz se sente

Como uma luz se vive.


Onde estou, 

Reside uma alma de estabilidade de quem não quer explodir

Capaz de ser aquilo que transmito

Com o pouco que vejo.


E os silêncios?

Os silêncios...

Não deixam de gritar amores

Dissabores voadores.


Volta e meia,

Voltei a mim.

Contextualização do poema:

Este poema surgiu para dar lugar às voltas que a vida dá na vida de uma pessoa quando esta menos espera.

Independentemente das voltas serem a nosso favor ou não, é de salientar que se tivermos assente quem somos acabamos por descobrir o rumo a tomar perante determinada situação.


Com paixão,

Telma.


 
 
 

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@ 2019 | Telma Rodrigues

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